Como a agricultura tem se automatizado a cada minuto que passa, apresentando tratores conduzidos por GPS, colhedores que geram mapas de produtividade em tempo real, sensores para aplicação de N e muitos outros tipos de automação, os drones ingressam no mercado para agregar junto ao time da agricultura de precisão, tendo como finalidade minimizar custos e maximizar a produção em um mesmo talhão dentro da propriedade, entre outras funções.
A regulamentação divide as atividades em uso recreativo e uso não recreativo. As atividades recreativas referem-se ao funcionamento dos drones pilotados remotamente ou por controle remoto para o divertimento, recreação, lazer ou hobby ou até para fins terapêuticos sem nenhuma outra motivação.
Muitas vezes o difícil acesso as localidades torna a captação de informações muito mais complexa no caso da topografia clássica.A fotogrametria é a metodologia ideal em tais áreas, e o veículo aéreo não tripulado (VANT) é uma ferramenta perfeita para este tipo de levantamento aéreo.
O uso dos VANTs para gestão e levantamento de propriedades agrícolas avança cada vez mais, conheça a opinião de grandes empresas do setor de cana-de-açúcar como a Raízen e Canaoeste (Associação dos Plantadores de Cana do Oeste do Estado de São Paulo) sobre suas experiências na utilização desta tecnologia.
A famosa estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro foi reconstruída em 3D usando um VANT. Condições climáticas desafiadoras e o tamanho do monumento significava que um planejamento cuidadoso seria necessário para completar o projeto e manter a segurança.
Desde 2011, o uso de sistemas aéreos não tripulados (Vant) como dispositivos de levantamentos complementares cresceu rapidamente. Com resoluções tão altas quanto 1 centímetro, a imagem resultante permite a produção altamente automatizada de dados detalhados, ortofotos e paisagens virtuais 3D.
No outono de 2014, a empresa Checa UpVision, em colaboração com a Direção das Estradas e Rodovias da República Checa (RMD), realizou um mapeamento térmico de controle de danos com VANT, em seções das pontes Koberný e Ekanice incluindo uma seção de 10 km da rodovia
No passado, uma aeronave foi chamada apenas de uma “aeronave”, sem as denominações ‘tripulado’ ou ‘não tripulado’ onde a versão “tripulada” era a única opção. Claro, os não tripulados estão indo tão longe quanto a aeronave projetada para viagens ou transporte, mas eles foram previamente pilotado pelos militares – os senhores da guerra chamados de ‘drones’.
Apesar do estranhamento que este cenário pode causar, ele começa a se tornar realidade graças aos veículos aéreos não tripulados (vant) – ou drones, como são popularmente conhecidos. A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos para fins militares, adequou-se a diversas funcionalidades e tem se consolidado como aliada do agronegócio em todo o mundo. Dentre suas aplicações, no ambiente rural ela tem revolucionado as rotinas do campo ao viabilizar o monitoramento aéreo de práticas agropecuárias, da utilização do solo e dos recursos naturais.
Antigamente se dizia que o progresso vinha a galope. Não mais. Hoje, as novas tecnologias chegam a nós pelo ar, se não via avião, pelo menos em ritmo supersónico. E, na agricultura brasileira, o desenvolvimento parece querer alcançar cada vez mais novos e amplos horizontes, nesse sentido. As ferramentas da terra ganharam asas e, agora, é cada vez mais comum o uso de satélites, aeronaves e – mais recentemente – o de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), também conhecidos como drones.