Drones e Agricultura: Um voo inteligente

Drones e Agricultura: Um voo inteligente

É válido dizer que Drones ou os VANTs são uma evolução para o setor agrícola. Afinal ter a capacidade de identificar problemas em plantações, esses que não podem ser enxergados a olho nu, como doenças nas plantas e no solo, estresse hídrico, falhas no plantio, quantidade de clorofila e índices de fotossíntese em um único sobrevoo, não é par qualquer aparelho. “É uma ferramenta essencial do desenvolvimento do agronegócio no Brasil, um caminho a ser desvendado para o futuro da tecnologia no campo”, exclama o professor Rubens Coelho.

África e Drones como o futuro da produção de alimentos

África e Drones como o futuro da produção de alimentos

“Podemos usar um drone para voar pela plantação escaneando o terreno para entendermos a diferença no solo e otimizando a aplicação de fertilizantes. Todas as outras indústrias estão se modernizando, tornando-se mais tecnológicas. A agricultura necessita de automatização dos processos. Mas isso não significa o fim do fazendeiro, apenas um novo tipo de fazendeiro”, explicou Hunt.

Drones transformam a paisagem no campo

Drones transformam a paisagem no campo

Amplamente explorados em países como Estados Unidos, Espanha e Chile, os drones, ou veículos aéreos não tripulados (Vants), vêm despertando cada vez mais a atenção dos agricultores brasileiros. Munidos de câmeras potentes, eles usam técnicas de geoprocessamento para identificar, com mais precisão, problemas que possam causar prejuízos às propriedades, como pragas e falhas de plantio.

Agricultores usam drones para monitorar plantações

Agricultores usam drones para monitorar plantações

“Hoje em dia tudo é feito a pé no meio da plantação. Se a gente pegar uma pessoa muito experiente para fazer uma busca em áreas infectadas, em 20 minutos, eles conseguem averiguar 500 árvores por amostragem. Em 20 minutos com o vant, a gente é capaz de margear 56 hectares”, explica Kalinka Branco. “E a precisão é enorme, porque em 15 minutos você sabe pelo aplicativo o total de plantas sadias e não sadias em uma área”.

10 razões para amar os drones

10 razões para amar os drones

11 minutos É verdade: drones podem ser perigosíssimos. Afinal, eles foram criados pelas Forças Armadas dos Estados Unidos como armas de guerra e espionagem. Mas há muito espaço para eles entre o céu e a terra. Esses “veículos aéreos não tripulados” (nome oficial das máquinas em português, cuja abreviatura é vants) têm sido cada vez mais usados no mundo todo nas mais variadas aplicações, muitas delas benéficas. A tendência é que isso só aumente nos próximos anos. Para entender o fenômeno, pense o seguinte: drones são veículos voadores operados remotamente cujo tamanho pode variar Continue lendo

Mapeamento Aéreo: como garantir a qualidade dos produtos gerados

Mapeamento Aéreo: como garantir a qualidade dos produtos gerados

Tenho visto em muitos debates algumas pessoas perguntando em relação a precisão do mapeamento para a extração das linhas de plantio, ao garantir uma boa qualidade posicional em seu mapeamento, as linhas extraídas deste mosaico de imagens (geralmente no formato shape) estarão diretamente ligadas a acurácia do georreferenciamento, ou seja, a qualidade posicional do seu projeto.

Novo salto de qualidade na agricultura brasileira

Novo salto de qualidade na agricultura brasileira

Junto ao desenvolvimento de novos cultivares, esse processo terá como aliado fundamental o mapeamento das áreas. O uso de análises de ressonância magnética combinado com o mapeamento por drones ou por satélite auxiliará na definição das espécies ou cultivares mais adequados para cada local, o que também ajudará a reduzir o acréscimo de substâncias à lavoura – em prol da economia de insumos, inclusive de água.

Rotação de cultura com Drones: exemplo de aplicação

Rotação de cultura com Drones: exemplo de aplicação

Este é mais um exemplo de sucesso do uso dos drones na agricultura, neste projeto a empresa utilizou uma câmera NIR capaz de capturar imagens na banda infravermelho próximo, nós humanos somos “cegos” a esta banda, por isto, este é um trabalho impossível de ser realizado a olho nu, com as imagens em mãos a empresa utilizou a equação NDVI para a realização do mapa da saúde da vegetação.