No passado, uma aeronave foi chamada apenas de uma “aeronave”, sem as denominações ‘tripulado’ ou ‘não tripulado’ onde a versão “tripulada” era a única opção. Claro, os não tripulados estão indo tão longe quanto a aeronave projetada para viagens ou transporte, mas eles foram previamente pilotado pelos militares – os senhores da guerra chamados de ‘drones’.
Apesar do estranhamento que este cenário pode causar, ele começa a se tornar realidade graças aos veículos aéreos não tripulados (vant) – ou drones, como são popularmente conhecidos. A tecnologia, desenvolvida nos Estados Unidos para fins militares, adequou-se a diversas funcionalidades e tem se consolidado como aliada do agronegócio em todo o mundo. Dentre suas aplicações, no ambiente rural ela tem revolucionado as rotinas do campo ao viabilizar o monitoramento aéreo de práticas agropecuárias, da utilização do solo e dos recursos naturais.
Antigamente se dizia que o progresso vinha a galope. Não mais. Hoje, as novas tecnologias chegam a nós pelo ar, se não via avião, pelo menos em ritmo supersónico. E, na agricultura brasileira, o desenvolvimento parece querer alcançar cada vez mais novos e amplos horizontes, nesse sentido. As ferramentas da terra ganharam asas e, agora, é cada vez mais comum o uso de satélites, aeronaves e – mais recentemente – o de Veículos Aéreos Não Tripulados (Vants), também conhecidos como drones.
A tecnologia de drones para agricultura de precisão já é utilizada no Brasil em outros países, e vão tornar os agricultores mais eficientes, ajudando a localizar pontos problemáticos em vastos campos ou pequenas fazendas.
A fase de testes do Programa Rio Rural foi iniciada para preparar o monitoramento ambiental em áreas rurais fluminenses, por meio de drones, veículo aéreo não tripulado e controlado remotamente.
A fase de testes do Programa Rio Rural foi iniciada para preparar o monitoramento ambiental em áreas rurais fluminenses, por meio de drones, veículo aéreo não tripulado e controlado remotamente. A iniciativa é da Secretaria Estadual de Agricultura, em parceria com o governo do estado, e o objetivo inicial do projeto é fazer o mapeamento do ecossistema das áreas ciliares, próximas às margens dos rios, para planejar ações sustentáveis do uso da água na agricultura.
O Chile instaurou nesta sexta-feira uma norma pioneira na América Latina para regular o voo de aeronaves pilotadas à distância ou drones, tanto em seu uso público quanto privado, de grande popularidade hoje no país.
“Os drones são aeronaves que estavam fora de qualquer norma. Com esta regulamentação, pioneira ao menos na América Latina, seu uso será regulado”, disse à AFP Maximiliano Larraechea, responsável pela Direção Geral da Aeronáutica Civil (DGAC), após apresentar o novo regulamento.
Essas máquinas voadoras robóticas estão agora a ser utilizadas para fins que vão muito além do reino secreto dos militares.
Fotógrafos têm sonhos grandiosos de usar drones para capturar impressionantes vistas aéreas, e o fundador da Amazon, Jeff Bezos, introduziu a ideia de usar drones para entregar mercadorias a compradores online.
Frear o desmatamento e recuperar tudo o que foi destruído por ele é um dos maiores desafios do nosso tempo.
Atenta ao problema, uma startup britânica resolveu apostar no poder dos drones para plantar um bilhão de árvores por ano, uma solução à altura da devastação “industrial” das florestas.
Sabemos que a Fotogrametria não é popular e que muitos desconhecem o seus produtos e aplicações, por isso, nos atentamos a linguagem do curso optando por uma linguagem simples e objetiva para facilitar o entendimento dos nossos alunos, o objetivo deste curso é que você conheça essa ciência como um todo e os filtros necessários para se aprofundar através do nosso grupo de discussão no facebook.
O Departamento de Transportes e a Agência Federal de Aviação Civil (FAA) propuseram para os drones de menos de 25kg que os pilotos tenham licença, definindo os voos por dia e limitando a velocidade dos motores a 160km/h, a uma altitude máxima de 152m, para evitar colisões entre aviões.