Mapeamento de corredor: qual a diferença para um projeto convencional?

Tempo de leitura: 3 minutos

O que é um mapeamento de corredor?

Antes de entender o que é um mapeamento de corredor é muito importante estar por dentro do significado de um mapeamento convencional.

Então, vamos lá. Por exemplo, se a gente faz o mapeamento de uma cidade, de uma área, geralmente o voo vai ter uma característica específica: ou ele vai ser um quadrado ou ele será um retângulo.

Pode-se dizer que essas áreas são mais tranquilas de mapear comparadas com o mapeamento de corredor, isso porque elas possuem várias faixas de voo, várias imagens e faixas sobrepostas e pelo fato de existir muita imagem sobreposta isso quer dizer que uma mesma região está sendo observado por diversas imagens.

Isso acontece diferente de um projeto de mapeamento de corredor.

Então, o que define um projeto de corredor?

Um projeto de corredor é definido por uma área estreita e comprida. Então, geralmente vão existir duas faixas, que é o mínimo para realizar um projeto de corredor. Porém, nós recomendamos que sejam feitas pelo menos no mínimo três, para que você consiga processar isso sem muitos problemas.

Isso acontece porque diferente do mapeamento convencional, o mapeamento de corredor tem menos imagens sobrepostas, ou seja, tem menos dados. Então, isso faz com que ele se torne um mapeamento mais complexo para executar.

Quais os tipos de projetos de um mapeamento de corredor?

Os mais clássicos e usados são:

  • Rodovias
  • Ferrovias
  • Linhas de transmissão
  • Rios

Ou seja, são projetos estreitos, contínuos e longos.

Qual é a principal dificuldade desse tipo de mapeamento?

A maior dificuldade neste tipo de mapeamento é realizar a junção desses voos e a junção das feições da rodovia. Isso acontece porque naturalmente quando você for fazer esses voos e juntar depois, vão existir desencontros da rodovia, as quais você vai precisar editar. Outro caso também é que de repente vão ter carros passando (que chamamos de efeito fantasma) e aí também vão ter que ser feitos ajustes nesses detalhes no momento de edição.

Então, basicamente, indo direto ao ponto e com objetividade, essas são as maiores dificuldades de um mapeamento de corredor: fazer as junções dos voos e feições.

O que fazer para minimizar esses tipos de erros?

Uma das melhores formas de minimizar esses problemas é utilizando os pontos de apoio. Geralmente, o que a gente indica?

Se você estiver mapeando uma rodovia mais sinuosa, bem íngreme, com bastante curva, o recomendado é que você coloque pontos de apoio espaçados de 1 em 1 km e intermediando um ao outro.

É muito importante ter um planejamento bem feito para esse tipo de mapeamento, porque um planejamento bem executado vai fazer com que você economize muito tempo e retrabalho.

Todas essas informações, mais detalhes e exemplos sobre esse assunto você consegue adquirir acessando o nosso novo webinar sobre Mapeamento de Corredor.

Outra grande oportunidade para você que se interessa por essa área é o nosso novo Curso Presencial de Mapeamento de Estrada e Linha de Transmissão.

No curso você ficará por dentro de uma metodologia específica que foi criada pela Droneng para projetos como esse.

Aproveite a oportunidade e se especialize cada dia mais nesse mercado de trabalho. Qualquer dúvida, estamos à disposição!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *