Nuvens de pontos são cada vez mais uma fonte de dados principal para informações 3D. Por muitos anos, sistemas LIDAR tem sido a principal forma de criar nuvens de pontos. Mais recentemente, os avanços no campo da visão de computador permitiram a geração de nuvens de pontos detalhadas e confiáveis a partir de imagens – não só a partir de fotografias aéreas tradicionais, mas também de fotos não calibradas de câmeras da consumidor. Leia para saber mais sobre a combinação de imagem densa, a poderosa tecnologia subjacente a este desenvolvimento.
Hoje no espaço do Blog Colaborativo da Droneng, gostaria de falar sobre um tema fundamental na hora de mostrar o seu trabalho com drones na agricultura, na topografia, ou qualquer que seja sua aplicação, para o seu cliente: os produtos gerados através do mapeamento com drones e a qualidade.
Na Droneshow de 2016 circulei muito entre os estandes da feira, frequentei assiduamente as salas de curso e de debate tentando entender um pouco mais sobre a tecnologia de Drones e VANTs e relacioná-las ao que eu podia utilizar na minha área, que é florestal e ambiental.
A agropecuária brasileira sempre teve na tecnologia uma aliada para colocar o País entre os líderes na produção de alimentos no mundo e os drones são a “bola da vez” em inovação tecnológica. Os veículos aéreos não tripulados – ou Vant -, como são chamados, foram adotados há aproximadamente três anos pelo setor sucroalcooleiro para o monitoramento dos canaviais e identificação de plantas com desenvolvimento aquém do esperado e agora estão invadindo as lavouras de grãos. O interesse é assegurar a produtividade projetada no início do ciclo ou até mesmo superá-la.
Nas últimas duas décadas as técnicas de prospecção arqueológica evoluíram significativamente com o auxílio das Geotecnologias, notadamente os sistemas de posicionamento por satélites (GNSS), o Sensoriamento Remoto (SR), Sistemas de Informações Geográficas (SIG), técnicas geofísicas (Ground Penetrating Radar – GPR) e imageamento por laser (LiDAR).
Depois da grande receptividade dos dois primeiros artigos que pude contribuir para o Blog colaborativo da Droneng fazendo uma breve introdução sobre o Sensoriamento Remoto com VANT e as tecnologias envolvidas, meu texto de hoje abordará um pouco da minha experiência pessoal na operação de VANT.
Hoje trago a vocês a segunda matéria da série “A experiência de quem está começando” contando como foi meu primeiro contato com um drone, começando pela abertura da caixa até o treinamento e tudo mais o que aconteceu durante esse período.
A Arqueologia implica no registro dos restos físicos deixados por gerações passadas. Tradicionalmente, a exploração arqueológica foi feita por escavação. Recentemente, outras técnicas de pesquisa ganharam importância registrando “restos” visíveis acima do solo. Entre os exemplos incluem-se campos pré-históricos, assentamentos e restos de sepultamento em zonas de montanha ou paisagens industriais, edifícios e monumentos, até mesmo círculos de pedra em outras áreas. Nesse texto o autor explora a aplicação de VANTs na arqueologia.
A imagem tradicional de um agricultor em um campo, olhando ansiosamente para o céu em busca de sinais de chuva, pode estar prestes a passar por uma reforma do século 21 com pesquisadores explorando o uso de drones em fazendas, de Sri Lanka a Uganda.
“Tudo começou ainda dentro da Universidade (no final de 2013) período no qual tive aulas de Geotecnologias e então fiquei sabendo o que era um drone e ali meus olhos brilharam. Busquei informação sobre o assunto, mas em sua maioria as fontes dos artigos e as empresas do ramo fora do Brasil. Concluí que o mercado brasileiro ainda tinha muita expansão pela frente e por todas as possibilidades abertas e as várias áreas de atuação que essa ferramenta poderia ter, pensei: Quero trabalhar com drones, quero ainda construir meu próprio drone!”