África e Drones como o futuro da produção de alimentos

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África, como o futuro da produção de alimentos, e drones foram os temas discutidos no primeiro dia do Simpósio Internacional da Alltech.

 

drones

 

Dados da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) apontam que daqui a 36 anos a população mundial será de aproximadamente nove bilhões de pessoas e como alimentar essa demanda é uma preocupação do mundo todo. Durante o 30º Simpósio Internacional da Alltech, os debates apresentados ontem (19), apontaram uma solução: a África como potência para produção de alimentos, e mostraram como os drones estão mudando o futuro da agricultura.

O Brasil tem uma área arável disponível quatro vezes menor que a da África já que o continente possui mais de três bilhões de hectares de terra produtiva. Os dados instigam universidades de negócios ao redor do mundo, que desenvolvem estudos sobre as oportunidades do local, como na produção de matéria prima, de proteína animal e produtos finais.

Neste cenário otimista, a tecnologia e a educação são primordiais para o desenvolvimento. Como afirmava o homenageado pela Alltech, no dia 19 de maio no simpósio, Norman Borlaug: “Nós precisaremos estar prontos, não com armas e canhões, mas com ciência e tecnologia. Se as pessoas das nações ricas esperam que seus filhos e netos tenham tranquilidade e paz, devem começar a combater a fome”.

Norman ajudou a combater a fome mundial entre 1965 e 1970 com novas tecnologias e melhores práticas de manejo da cultura do trigo. Entre as inovações atuais na área estão os drones que deixam a atividade agrícola mais fácil e econômica, como afirmou nesta segunda, durante o simpósio, o diretor comercial da Comex Mckinnon, principal importadora e exportadora de grãos da Irlanda, David Hunt.

“Podemos usar um drone para voar pela plantação escaneando o terreno para entendermos a diferença no solo e otimizando a aplicação de fertilizantes. Todas as outras indústrias estão se modernizando, tornando-se mais tecnológicas. A agricultura necessita de automatização dos processos. Mas isso não significa o fim do fazendeiro, apenas um novo tipo de fazendeiro”, explicou Hunt.

O diretor comercial apontou ainda que o equipamento pode ser uma alternativa para o fim do uso de produtos químicos como pesticidas. “É uma possibilidade. Os drones podem combater pestes e ervas daninha, além de reciclar resíduos de uma fazenda. Tudo isso vai se tornar uma realidade? Devemos ao menos considerar”, finaliza.

Durante o segundo dia de palestras, 20 de maio, foram discutidos temas como: A oportunidade das algas para nutrição animal, que possibilita a geração de carne, leite e ovos com Ômega 3; O futuro da tecnologia nos negócios e A agricultura moderna (aumento de produção, nutrigenômica e genética); e Novas possibilidades na área da saúde como a sequência rápida do genoma de um tumor e o controle da inflamação no corpo humano.

Fonte: Alltech

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2 Comentários


  1. Gostaria de deixar os parabém pela reflexão de produzir alimentos na África, um país onde tem uma área de cultivo excelente!

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